Vamos ser mais conscientes do que fazemos, falamos, pensamos, verbalizamos de uma forma esdrúxula. Vamos pensar um pouco mais nas configurações que realizamos dentro de caminhos idealizados por nós mesmos. Realmente, ainda existem pessoas que se sentem acuadas por motivos que não valorizam o mercado consumidor, de habitantes de bons sentidos e de visão clara. Ainda persistem nos caminhos pessoas que realmente desdenham das mais simples situações e das mais claras idas e vindas.
São meios de exploração, que não desvendam quaisquer rumos; são dignos de dizerem que nem sempre tudo foi assim. Quem um dia ainda não pensou em seu passado? O Foi, realmente se foi e não volta mais como a agua que guia suas ondas ao mar: Se Vão, e Jamais Voltarão!
Nos meios, e sempre fins, acabamos revendo os mesmos caminhos que se passaram, ainda bem que não relembramos do passado que outrora se fez presente na ausência de detalhes fundamentais, ao que se pode ter chamado de alguma coisa indefinida, no qual hoje se desvenda a maior complicação e insanidade. Não que não tenha sido bom, mas a realidade é mais verdadeira que a união que toques. Intimidades que somente entendem àqueles que sabem a boa e curta definição: “Não tenho necessidade de expressar o que penso, palavras também não dirão, mas Os Caminhos se concretizam!”
"A vida nos traz transformações incomensuráveis de tamanhas grandezas que não cabem no meio dos dedos, por isso temos mãos que aconselham medidas cautelosas e que proporcionam cuidados específicos."
BY: Robson Neves


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